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Notícia quente abaixo, o Cartão de Crédito para conta PJ pelo Banco Neon

Instituição financeira sem taxas fixas completa um ano nesta quarta-feira e comemora crescimento vigoroso

SÃO PAULO – Há exatamente um ano, o banco Neon era lançado no mercado com proposta totalmente
digital e sem qualquer taxa recorrente. Então, tratava-se, basicamente, de uma conta digital com cartão de débito focada na Geração Y.

Doze meses depois, sem mudar de identidade, o banco comemora 180 mil contas abertas, 130 funcionários em dois escritórios e uma lista de lançamentos bem-sucedidos:

Agora, o Neon conta com um programa próprio de investimento em CDB e tecnologias praticamente inéditas, como a autenticação de pagamento por selfie. E até o aniversário de dois anos pretende ter pelo menos mais três grandes produtos, conforme anunciado pelo CEO Pedro Conrade na sede da companhia.

Sobre o Projeto PJ do Banco Neon

O provável primeiro lançamento dos próximos meses será a conta empresarial, que já existe extraoficialmente e atende mais de 500 clientes em versão beta. A ideia é oferecer à Pessoa Jurídica serviços especificamente necessários nesse mercado somados aoo mesmo que o banco já traz para a pessoa física: conta digital com soluções e transações que não dependem de grandes burocracias, taxas ou agências físicas.

“O mercado de pequenas e médias empresas é extremamente carente. Abrir uma conta PJ hoje é muito
doloroso, demorado e impede startups de escalarem seus negócios da forma como gostariam”, conta Pedro.

Com o Neon, a empresa solicita e abre as contas em poucos minutos e recebe de imediato o mesmo cartão de débito utilizado pelos clientes – que funciona normalmente como crédito em compras online. “Ele já pode sair comprando anúncio no Facebook, por exemplo. Antes, teria que usar o cartão pessoal”, compara.

Além dos serviços normais, o cliente empresarial pode administrar folha de pagamento, boletos,
transferências e outros serviços específicos para operar um negócio. Também é possível que essas empresas usem a API do Neon e criem produtos próprios, algo muito comum entre fintechs clientes do banco.

Cartão de crédito do Banco Neon

Para a pessoa física, o banco pretende oferecer cartões de crédito nos próximos meses. O produto,
concorrente direto do Nubank e do Digio, não terá anuidade e deve oferecer juros abaixo das taxas praticadas pelo mercado – possibilitadas pelo baixo custo operacional da fintech, que não precisa se preocupar com fatores como aberturas de agências, por exemplo.
Como os demais produtos da empresa, o cartão de crédito terá bandeira Visa. A ideia, de acordo com
Conrade, é oferecer, além do crédito, alguma ferramenta de educação financeira aos clientes – base formada principalmente por jovens que estão começando a vida financeira. “Nosso contraponto [a instituições tradicionais] é esse: queremos que as pessoas não se endividem”, disse. “Será uma solução completa, mas não posso dar mais detalhes”, completou.

Conexões

O terceiro projeto anunciado pelo Neon é o chamado Conexões, que consiste basicamente em integrar
produtos já existentes no mercado à própria plataforma do banco, com atendimento e apresentação
personalizadas.

Seguros, câmbio, recarga de celular e bilhete único e gateway de pagamentos (como o PayPal e o Visa
CheckOut) foram os primeiros produtos mencionados pela companhia. A ideia é fazer parcerias com empresas que já atuam em cada uma dessas frentes e oferecer ao cliente a possibilidade de contratá-los e
administrá-los através do Neon. “Não vai ser um marketplace. Todo o atendimento vai ser feito pelo nosso time e os produtos são todos desenvolvidos a quatro mãos”, destaca Conrade.

Futuro dos negócios

Como a maioria das startups em fase de estabilização, o Neon ainda não é rentável. “Pretendemos ser muito
em breve. Muito em breve mesmo”, diz o CEO quando questionado. A ambição é chegar a um milhão de
clientes até o final de 2018. “A gente quer atingir esse número. Aliás, quer não, a gente vai”, confia.
Caminho natural de algumas das startups que deslancharam no mercado, a venda para uma empresa maior ou um IPO são considerados, mas não entram no horizonte visível por enquanto. “Ainda temos muitos desafios para superar”, vislumbra Pedro, do alto de seus 25 anos.

Fonte: http://www.infomoney.com.br

 

Author André Páscoa

André Páscoa é fundador da Real Origami, amante de internet adora traçar as estratégias tomando um belo café! Especialista em SEO e Marketing Digital.

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